REDE
Esta não é um invasão, se quiser saber sobre isto, clique aqui
Para instalar Ambiente de Rede em seu computador, siga os passos abaixo:
Entre em Painel de Controle - Rede
Adicione os seguinte componentes:
Cliente - Microsoft - Cliente para rede microsoft
Protocolo - Microsoft - NetBEUI
Protocolo - Microsoft - IPX/SPX
Protocolo - Microsoft - TCP/IP
Serviço - Microsoft - Compartilhamento de arquivos e impressoras para rede Microsoft
Selecione o compartilhamento de arquivos ou impressora (Um tem que estar compartilhado)
Atenção - Não remova nenhum componente que estava antes entendeu??? Nenhum... só adicione...
Agora é só reiniciar o computador... e pronto... entre no Ambiente de Rede e comece a fuçar no computador dos outros...
Se você quiser compartilhar alguma coisa... basta clicar com o botão direito em cima da pasta/diretório e entrar em compartilhamento...
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Manual do BO...
Manual do BO
--------------------------------------------------------------------------------
cult of the dead cow communications apresenta back orifice
sistema de administração remota
v1.20 30/07/98
lançamento
o back orifice é um aplicativo cliente/servidor que permite ao cliente
monitorar, administrar e realizar outras ações de rede e multimídia na máquina
rodando o servidor. para se comunicar com o servidor, o cliente (modo texto ou
gráfico) pode ser utado a partir de qualquer máquina baseada em microsoft
windows. o servidor atualmente só roda em windows 95/98.
o pacote bo120.zip contém:
bo.txt
este documento.
plugin.txt
a ajuda para programação de plugin.
boserve.exe
o auto-instalador do back orifice (bo).
bogui.exe
o cliente modo gráfico (gui) do back orifice.
boclient.exe
o cliente modo texto do back orifice.
boconfig.exe
utilitário de configuração de nome do utável, porta, senha e plugins do
servidor bo.
melt.exe
descompacta arquivos compactados com o comando "freeze".
freeze.exe
compacta arquivos que podem ser descompactados com o comando "melt".
melt.exe
para instalar o servidor, é necessário apenas utá-lo. quando o servidor é
utado, ele se instala e se apaga. uma vez instalado em uma máquina, ele
iniciará sempre que a máquina iniciar.
para atualizar uma cópia do back orifice remotamente, faça upload da nova versão
do servidor para a máquina remota, e use o comando "process spawn" para utá-
la. quando utado, o servidor irá automaticamente se instalar no lugar da
antiga versão, se apagando após a operação.
antes da instalação, vários aspectos do servidor podem ser configurados com o
utilitário "boconfig": o nome do arquivo em que o back orifice se instalará, a
porta em que o servidor pode ser acessado e a senha de acesso. se o servidor
não for configurado, ele será acessado na porta 31337, sem senha e se instalando
como " .exe" (espaço ponto exe).
o cliente se comunica com o servidor através de pacotes udp encriptados. para
que se comuniquem, o cliente deve enviar os pacotes para mesma porta que o
servidor estiver recebendo, e a senha do cliente deve coincidir com a senha do
servidor.
a porta na qual o cliente envia os pacotes pode ser configurada através do
parâmetro -p (gui ou modo texto). se o acesso estiver sendo filtrado ou um
"firewall" estiver rodando, pode ser necessário enviá-los por uma porta
específica, que não esteja sendo filtrada ou bloqueada.
o servidor realiza ações através do envio de comandos do cliente para um
endereço ip específico. se a máquina servidor não estiver sob um endereço
estático, ela pode ser localizada utilizando-se os comandos de varredura "sweep"
ou "sweeplist" do cliente modo texto, e no gui através do comando "ping..." ou
entrando-se com um ip na forma "1.2.3.*".
os comandos atualmente incorporados ao back orifice estão listados abaixo.
alguns dos nomes diferem entre o gui e o modo texto, mas a sintaxe é a mesma
para a maioria dos comandos. mais informações sobre qualquer dos comandos podem
ser exibidas através do cliente modo texto digitando-se "help command". o
cliente gui usa os dois campos de parâmetro para descrever as variáveis
requeridas por cada comando selecionado da lista "command". se parte da
informação requerida pelo comando não for fornecida, o erro "missing data" será
enviado pelo servidor.
os comandos do back orifice são:
(gui/comando texto)
app add/appadd
abre e redireciona um aplicativo modo texto para uma porta tcp. isso permite
que você controle o aplicativo modo texto ou modo dos (como command.com) via
telnet.
app del/appdel
desliga o redirecionamento de um aplicativo.
apps list/applist
lista os aplicativos atualmente conectados.
directory create/md
cria diretório.
directory list/dir
lista arquivos e diretórios. você deve especificar um curinga caso queira que
mais de um arquivo seja listado.
directory remove/rd
remove um diretório.
export add/shareadd
compartilha um diretório ou drive do servidor em rede. o ícone diretório ou
drive compartilhado não é ado.
export /sharedel
remove um compartilhamento.
exports list/sharelist
lista os compartilhamentos, o drive ou diretório que está sendo compartilhado,
os acessos e a senha do compartilhamento.
file copy/copy
copia um arquivo.
file /del
remove um arquivo.
file find/find
procura no diretório arquivos que coincidam com a especificação curinga.
file freeze/freeze
compacta um arquivo.
file melt/melt
descompacta um arquivo.
file view/view
visualiza o conteúdo de um documento texto.
http disable/httpoff
desabilita o servidor http.
http enable/httpon
habilita o servidor http.
keylog begin/keylog
registra o texto digitado no servidor em um arquivo texto. o log mostra o nome
da janela em que o texto foi digitado.
keylog end
interrompe o registro de texto digitado. para utilizar esse comando no modo
texto, use o comando "keylog stop".
mm capture avi/capavi
captura vídeo e áudio (se disponível) de um dispositivo de captura de vídeo para um arquivo avi.
mm capture frame/capframe
captura um quadro de vídeo de um dispositivo de captura de vídeo para um arquivo
bitmap.
mm capture screen/capscreen
captura uma imagem da tela do servidor para um arquivo bitmap.
mm list capture devices/listcaps
lista os dispositivos de captura de vídeo.
mm play sound/sound
toca um arquivo wav no servidor.
net connections/netlist
lista as conexões de entrada e saída da rede.
net /netdisconnect
desconecta o servidor de uma rede.
net use/netconnect
conecta o servidor em uma rede.
net view/netview
lista todas as interfaces de rede, domínios, servidores e envios do servidor.
ping host/ping
testa a conexão com a máquina remota. informa o nome da máquina e a versão do
bo.
plugin ute/plugin
uta um plugin do back orifice. utar funções não entendidas pelo plugin
pode fazer com que o servidor trave.
plugin kill/pluginkill
desliga um plugin.
plugins list/pluginlist
lista plugins ativos ou avisa de que um plugin foi desligado.
process kill/prockill
termina um processo.
process list/proclist
lista processos rodando.
process spawn/procspawn
abre um programa. pelo gui, se o segundo parâmetro é especificado, o processo
será utado normalmente e visível. caso contrário ele será utado de
maneira invisível.
redir add/rediradd
redireciona recebimento de conexões tcp ou pacotes udp para outro endereço ip.
redir del/redirdel
interrompe o redirecionamento de uma porta.
redir list/redirlist
lista os redirecionamentos de portas ativos.
reg create key/regmakekey
cria uma chave no registro.
nota: para todos os comandos de registro, não especificar a \ inicial de
valores de registro.
reg key/regdelkey
remove uma chave no registro.
reg value/regdelval
remove um valor no registro.
reg list keys/reglistkeys
lista as sub-chaves de uma chave de registro.
reg list /reglistvals
lista os valores de uma chave de registro.
reg set value/regsetval
define um valor para uma chave de registro. os valores são especificados no
formato tipo vírgula valor. para valores binários (tipo b) o valor é um série
de dois dígitos hexadecimais. para valores dword (tipo d) o valor é um número
decimal. para valores string (tipo s) o valor é uma string de texto.
resolve host/resolve
determina o endereço ip de uma máquina em relação à máquina servidor. o nome da
máquina pode ser um "host name" ou o nome de uma máquina em rede local.
system dialogbox/dialog
cria uma caixa de diálogo no servidor com o texto informado e um botão "ok".
você pode criar quantas caixas de diálogo quiser, elas aparecerão em cascata
umas sobre as outras.
system info/info
exibe as informações do sistema da máquina servidor. os dados exibidos incluem
nome da máquina, usuário, tipo de cpu, memória total e disponível, dados sobre a
versão de windows e informações sobre os drives, incluindo tipo (fixo, cd-rom,
removível ou remoto) e, nos drives fixos, o tamanho e espaço disponível do drive.
system lockup/lockup
trava a máquina servidor.
system passwords/passes
exibe as senhas cacheadas e a senha do protetor de tela. as senhas podem
apresentar caracteres estranhos no fim.
system reboot/reboot
desliga o servidor e reinicia a máquina.
tcp file receive/tcprecv
conecta o servidor a um ip e porta específicos e grava qualquer dado recebido
por aquela conexão em um arquivo.
tcp file send/tcpsend
conecta o servidor a um ip e porta específicos, envia o conteúdo do arquivo
especificado e o desconecta.
arquivos podem ser transferidos _do_ servidor usando-se o comando "tcp file
send" e o utilitário netcat com os parâmetros:
netcat -l -p 666 > arquivo
arquivos podem ser transferidos _para_ o servidor usando-se o comando "tcp file
receive" e o utilitário netcat com os parâmetros:
netcat -l -p 666 < arquivo
nota: a versão para windows do netcat não desconcerta nem se finaliza quando
atinge o final da transmissão. após o término, finalize o netcat com ctrl+c ou
ctrl+break.
envie suas dúvidas, comentários e reclamações (em inglês) para bo@cultdeadcow.com.
http://www.cultdeadcow.com
microsoft®, windows®, windows 95®, windows 98®, and windows nt® são marcas
registradas da microsoft corporation.
--------------------------------------------------------------------------------
cult of the dead cow communications apresenta back orifice
sistema de administração remota
v1.20 30/07/98
lançamento
o back orifice é um aplicativo cliente/servidor que permite ao cliente
monitorar, administrar e realizar outras ações de rede e multimídia na máquina
rodando o servidor. para se comunicar com o servidor, o cliente (modo texto ou
gráfico) pode ser utado a partir de qualquer máquina baseada em microsoft
windows. o servidor atualmente só roda em windows 95/98.
o pacote bo120.zip contém:
bo.txt
este documento.
plugin.txt
a ajuda para programação de plugin.
boserve.exe
o auto-instalador do back orifice (bo).
bogui.exe
o cliente modo gráfico (gui) do back orifice.
boclient.exe
o cliente modo texto do back orifice.
boconfig.exe
utilitário de configuração de nome do utável, porta, senha e plugins do
servidor bo.
melt.exe
descompacta arquivos compactados com o comando "freeze".
freeze.exe
compacta arquivos que podem ser descompactados com o comando "melt".
melt.exe
para instalar o servidor, é necessário apenas utá-lo. quando o servidor é
utado, ele se instala e se apaga. uma vez instalado em uma máquina, ele
iniciará sempre que a máquina iniciar.
para atualizar uma cópia do back orifice remotamente, faça upload da nova versão
do servidor para a máquina remota, e use o comando "process spawn" para utá-
la. quando utado, o servidor irá automaticamente se instalar no lugar da
antiga versão, se apagando após a operação.
antes da instalação, vários aspectos do servidor podem ser configurados com o
utilitário "boconfig": o nome do arquivo em que o back orifice se instalará, a
porta em que o servidor pode ser acessado e a senha de acesso. se o servidor
não for configurado, ele será acessado na porta 31337, sem senha e se instalando
como " .exe" (espaço ponto exe).
o cliente se comunica com o servidor através de pacotes udp encriptados. para
que se comuniquem, o cliente deve enviar os pacotes para mesma porta que o
servidor estiver recebendo, e a senha do cliente deve coincidir com a senha do
servidor.
a porta na qual o cliente envia os pacotes pode ser configurada através do
parâmetro -p (gui ou modo texto). se o acesso estiver sendo filtrado ou um
"firewall" estiver rodando, pode ser necessário enviá-los por uma porta
específica, que não esteja sendo filtrada ou bloqueada.
o servidor realiza ações através do envio de comandos do cliente para um
endereço ip específico. se a máquina servidor não estiver sob um endereço
estático, ela pode ser localizada utilizando-se os comandos de varredura "sweep"
ou "sweeplist" do cliente modo texto, e no gui através do comando "ping..." ou
entrando-se com um ip na forma "1.2.3.*".
os comandos atualmente incorporados ao back orifice estão listados abaixo.
alguns dos nomes diferem entre o gui e o modo texto, mas a sintaxe é a mesma
para a maioria dos comandos. mais informações sobre qualquer dos comandos podem
ser exibidas através do cliente modo texto digitando-se "help command". o
cliente gui usa os dois campos de parâmetro para descrever as variáveis
requeridas por cada comando selecionado da lista "command". se parte da
informação requerida pelo comando não for fornecida, o erro "missing data" será
enviado pelo servidor.
os comandos do back orifice são:
(gui/comando texto)
app add/appadd
abre e redireciona um aplicativo modo texto para uma porta tcp. isso permite
que você controle o aplicativo modo texto ou modo dos (como command.com) via
telnet.
app del/appdel
desliga o redirecionamento de um aplicativo.
apps list/applist
lista os aplicativos atualmente conectados.
directory create/md
cria diretório.
directory list/dir
lista arquivos e diretórios. você deve especificar um curinga caso queira que
mais de um arquivo seja listado.
directory remove/rd
remove um diretório.
export add/shareadd
compartilha um diretório ou drive do servidor em rede. o ícone diretório ou
drive compartilhado não é ado.
export /sharedel
remove um compartilhamento.
exports list/sharelist
lista os compartilhamentos, o drive ou diretório que está sendo compartilhado,
os acessos e a senha do compartilhamento.
file copy/copy
copia um arquivo.
file /del
remove um arquivo.
file find/find
procura no diretório arquivos que coincidam com a especificação curinga.
file freeze/freeze
compacta um arquivo.
file melt/melt
descompacta um arquivo.
file view/view
visualiza o conteúdo de um documento texto.
http disable/httpoff
desabilita o servidor http.
http enable/httpon
habilita o servidor http.
keylog begin/keylog
registra o texto digitado no servidor em um arquivo texto. o log mostra o nome
da janela em que o texto foi digitado.
keylog end
interrompe o registro de texto digitado. para utilizar esse comando no modo
texto, use o comando "keylog stop".
mm capture avi/capavi
captura vídeo e áudio (se disponível) de um dispositivo de captura de vídeo para um arquivo avi.
mm capture frame/capframe
captura um quadro de vídeo de um dispositivo de captura de vídeo para um arquivo
bitmap.
mm capture screen/capscreen
captura uma imagem da tela do servidor para um arquivo bitmap.
mm list capture devices/listcaps
lista os dispositivos de captura de vídeo.
mm play sound/sound
toca um arquivo wav no servidor.
net connections/netlist
lista as conexões de entrada e saída da rede.
net /netdisconnect
desconecta o servidor de uma rede.
net use/netconnect
conecta o servidor em uma rede.
net view/netview
lista todas as interfaces de rede, domínios, servidores e envios do servidor.
ping host/ping
testa a conexão com a máquina remota. informa o nome da máquina e a versão do
bo.
plugin ute/plugin
uta um plugin do back orifice. utar funções não entendidas pelo plugin
pode fazer com que o servidor trave.
plugin kill/pluginkill
desliga um plugin.
plugins list/pluginlist
lista plugins ativos ou avisa de que um plugin foi desligado.
process kill/prockill
termina um processo.
process list/proclist
lista processos rodando.
process spawn/procspawn
abre um programa. pelo gui, se o segundo parâmetro é especificado, o processo
será utado normalmente e visível. caso contrário ele será utado de
maneira invisível.
redir add/rediradd
redireciona recebimento de conexões tcp ou pacotes udp para outro endereço ip.
redir del/redirdel
interrompe o redirecionamento de uma porta.
redir list/redirlist
lista os redirecionamentos de portas ativos.
reg create key/regmakekey
cria uma chave no registro.
nota: para todos os comandos de registro, não especificar a \ inicial de
valores de registro.
reg key/regdelkey
remove uma chave no registro.
reg value/regdelval
remove um valor no registro.
reg list keys/reglistkeys
lista as sub-chaves de uma chave de registro.
reg list /reglistvals
lista os valores de uma chave de registro.
reg set value/regsetval
define um valor para uma chave de registro. os valores são especificados no
formato tipo vírgula valor. para valores binários (tipo b) o valor é um série
de dois dígitos hexadecimais. para valores dword (tipo d) o valor é um número
decimal. para valores string (tipo s) o valor é uma string de texto.
resolve host/resolve
determina o endereço ip de uma máquina em relação à máquina servidor. o nome da
máquina pode ser um "host name" ou o nome de uma máquina em rede local.
system dialogbox/dialog
cria uma caixa de diálogo no servidor com o texto informado e um botão "ok".
você pode criar quantas caixas de diálogo quiser, elas aparecerão em cascata
umas sobre as outras.
system info/info
exibe as informações do sistema da máquina servidor. os dados exibidos incluem
nome da máquina, usuário, tipo de cpu, memória total e disponível, dados sobre a
versão de windows e informações sobre os drives, incluindo tipo (fixo, cd-rom,
removível ou remoto) e, nos drives fixos, o tamanho e espaço disponível do drive.
system lockup/lockup
trava a máquina servidor.
system passwords/passes
exibe as senhas cacheadas e a senha do protetor de tela. as senhas podem
apresentar caracteres estranhos no fim.
system reboot/reboot
desliga o servidor e reinicia a máquina.
tcp file receive/tcprecv
conecta o servidor a um ip e porta específicos e grava qualquer dado recebido
por aquela conexão em um arquivo.
tcp file send/tcpsend
conecta o servidor a um ip e porta específicos, envia o conteúdo do arquivo
especificado e o desconecta.
arquivos podem ser transferidos _do_ servidor usando-se o comando "tcp file
send" e o utilitário netcat com os parâmetros:
netcat -l -p 666 > arquivo
arquivos podem ser transferidos _para_ o servidor usando-se o comando "tcp file
receive" e o utilitário netcat com os parâmetros:
netcat -l -p 666 < arquivo
nota: a versão para windows do netcat não desconcerta nem se finaliza quando
atinge o final da transmissão. após o término, finalize o netcat com ctrl+c ou
ctrl+break.
envie suas dúvidas, comentários e reclamações (em inglês) para bo@cultdeadcow.com.
http://www.cultdeadcow.com
microsoft®, windows®, windows 95®, windows 98®, and windows nt® são marcas
registradas da microsoft corporation.
Oque é vírus...
quem tem, na ponta da língua, a explicação do que é, exatamente, um vírus? já lemos milhares de explicações sobre vírus, mas em quase todas ficaram faltando o essencial: o que eles são?
vírus são programas. todos eles. no tipo mais comum de vírus eles são programas muito pequenos e invisíveis. o computador (ou melhor dizendo, o sistema operacional), por si só, não tem como detectar a existência deste programinha. ele não é referenciado em nenhuma parte dos seus arquivos, ninguém sabe dele, e ele não costuma se mostrar antes do ataque fatal. em linhas gerais, um vírus completo (entenda-se por completo o vírus que usa todas as formas possíveis de contaminar e se ocultar) chega até a memória do computador de duas formas.
a primeira e a mais simples é a seguinte: em qualquer disco (tanto diskette quanto hd) existe um setor que é lido primeiro pelo sistema operacional quando o computador o acessa. este setor identifica o disco e informa como o sistema operacional (so) deve agir. o vírus se aloja exatamente neste setor, e espera que o computador o acesse.
a partir daí ele passa para a memória do computador e entra na segunda fase da infecção. mas antes de falarmos da segunda fase, vamos analisar o segundo método de infecção: o vírus se agrega a um arquivo utável (fica pendurado mesmo nesse arquivo!). acessar o disco onde este arquivo está não é o suficiente para se contaminar. É preciso utar o arquivo contaminado. o vírus se anexa, geralmente, em uma parte do arquivo onde não interfira no seu funcionamento (do arquivo), pois assim o usuário não vai perceber nenhuma ação e vai continuar usando o programa infectado.
o vírus, após ter sido utado, fica escondido agora na memória do computador, e imediatamente infecta todos os discos que estão ligados ao computador, colocando uma cópia de si mesmo no tal setor que é lido primeiro (chamado setor de boot), e quando o disco for transferido para outro computador, este ao acessar o disco contaminado (lendo o setor de boot), utará o vírus e o alocará na sua memória, o que por sua vez irá infectar todos os discos utilizados neste computador, e assim o vírus vai se alastrando.
os vírus que se anexam a arquivos infectam também todos os arquivos que estão sendo ou que serão utados. alguns às vezes re-contaminam o mesmo arquivo tantas vezes e ele fica tão grande que passa a ocupar um espaço considerável (que é sempre muito precioso) em seu disco. outros, mais inteligentes, se escondem entre os espaços do programa original, para não dar a menor pista de sua existência.
cada vírus possui um critério para começar o ataque propriamente dito, onde os arquivos começam a ser apagados, o micro começa a travar, documentos que não são salvos e várias outras tragédias. alguns apenas mostram mensagens chatas, outros mais elaborados fazem estragos muitos grandes (diz a lenda que existe um vírus que, ao iniciar o ataque, é mostrado na tela uma foto de uma mulher, que começa a fazer um striptease, e cada peça de roupa que ela tira, é um pedaço do seu disco que é sumariamente apagado). geralmente atacam por data. o mais famoso é o sexta-feira 13. mas existem outras datas que são muito temidas pelos especialistas em vírus, tal como o chernobil (win.cih), dia 26 de todos os meses, e mais maldoso dia 26 de abril.
a maior parte dos softwares anti-vírus possui um catálogo detalhado de cada vírus e suas variações, com seus métodos de contaminação, estragos que provocam, etc.
uma outra espécie de vírus, chamados de "vírus de macro", não contaminam arquivos utáveis, mas sim documentos de aplicativos que possuem linguagem de programação, como o word, da microsoft. nestes aplicativos, é possível escrever programinhas para automatizar uma série de tarefas, e os vírus consistem em programas que am as características do aplicativo, retirando opções dos menus, salvando arquivos vazios ou com nomes errados, etc. mesmo estes vírus, que se escondem dentro de documentos, precisam ser abertos (ou lidos) no aplicativo que o criou para que a contaminação seja feita. após contaminado, o aplicativo faz uma cópia do vírus para todos os documentos abertos após a contaminação, alastrando ainda mais o problema. dependendo do grau de "liberdade" que a linguagem macro contida nestes aplicativos possui, um vírus de macro pode até mesmo apagar todos os seus arquivos. os anti-vírus mais novos detectam e corrigem arquivos com estes vírus.
vírus são programas. todos eles. no tipo mais comum de vírus eles são programas muito pequenos e invisíveis. o computador (ou melhor dizendo, o sistema operacional), por si só, não tem como detectar a existência deste programinha. ele não é referenciado em nenhuma parte dos seus arquivos, ninguém sabe dele, e ele não costuma se mostrar antes do ataque fatal. em linhas gerais, um vírus completo (entenda-se por completo o vírus que usa todas as formas possíveis de contaminar e se ocultar) chega até a memória do computador de duas formas.
a primeira e a mais simples é a seguinte: em qualquer disco (tanto diskette quanto hd) existe um setor que é lido primeiro pelo sistema operacional quando o computador o acessa. este setor identifica o disco e informa como o sistema operacional (so) deve agir. o vírus se aloja exatamente neste setor, e espera que o computador o acesse.
a partir daí ele passa para a memória do computador e entra na segunda fase da infecção. mas antes de falarmos da segunda fase, vamos analisar o segundo método de infecção: o vírus se agrega a um arquivo utável (fica pendurado mesmo nesse arquivo!). acessar o disco onde este arquivo está não é o suficiente para se contaminar. É preciso utar o arquivo contaminado. o vírus se anexa, geralmente, em uma parte do arquivo onde não interfira no seu funcionamento (do arquivo), pois assim o usuário não vai perceber nenhuma ação e vai continuar usando o programa infectado.
o vírus, após ter sido utado, fica escondido agora na memória do computador, e imediatamente infecta todos os discos que estão ligados ao computador, colocando uma cópia de si mesmo no tal setor que é lido primeiro (chamado setor de boot), e quando o disco for transferido para outro computador, este ao acessar o disco contaminado (lendo o setor de boot), utará o vírus e o alocará na sua memória, o que por sua vez irá infectar todos os discos utilizados neste computador, e assim o vírus vai se alastrando.
os vírus que se anexam a arquivos infectam também todos os arquivos que estão sendo ou que serão utados. alguns às vezes re-contaminam o mesmo arquivo tantas vezes e ele fica tão grande que passa a ocupar um espaço considerável (que é sempre muito precioso) em seu disco. outros, mais inteligentes, se escondem entre os espaços do programa original, para não dar a menor pista de sua existência.
cada vírus possui um critério para começar o ataque propriamente dito, onde os arquivos começam a ser apagados, o micro começa a travar, documentos que não são salvos e várias outras tragédias. alguns apenas mostram mensagens chatas, outros mais elaborados fazem estragos muitos grandes (diz a lenda que existe um vírus que, ao iniciar o ataque, é mostrado na tela uma foto de uma mulher, que começa a fazer um striptease, e cada peça de roupa que ela tira, é um pedaço do seu disco que é sumariamente apagado). geralmente atacam por data. o mais famoso é o sexta-feira 13. mas existem outras datas que são muito temidas pelos especialistas em vírus, tal como o chernobil (win.cih), dia 26 de todos os meses, e mais maldoso dia 26 de abril.
a maior parte dos softwares anti-vírus possui um catálogo detalhado de cada vírus e suas variações, com seus métodos de contaminação, estragos que provocam, etc.
uma outra espécie de vírus, chamados de "vírus de macro", não contaminam arquivos utáveis, mas sim documentos de aplicativos que possuem linguagem de programação, como o word, da microsoft. nestes aplicativos, é possível escrever programinhas para automatizar uma série de tarefas, e os vírus consistem em programas que am as características do aplicativo, retirando opções dos menus, salvando arquivos vazios ou com nomes errados, etc. mesmo estes vírus, que se escondem dentro de documentos, precisam ser abertos (ou lidos) no aplicativo que o criou para que a contaminação seja feita. após contaminado, o aplicativo faz uma cópia do vírus para todos os documentos abertos após a contaminação, alastrando ainda mais o problema. dependendo do grau de "liberdade" que a linguagem macro contida nestes aplicativos possui, um vírus de macro pode até mesmo apagar todos os seus arquivos. os anti-vírus mais novos detectam e corrigem arquivos com estes vírus.
...Trojans E Horses...
< cellspacing="0" cellpadding="4" width="85%" align="center" border="0">
<>fique ligado!
backdoor-g
mais um trojan que pode por em risco seus arquivos pessoais, disponibilizando uma porta de entrada para invasores!
netbus 2.0
o já aclamado backdoor ganha uma versão fantástica e perigosa! ficou muito mais fácil para "qualquer mané" fazer misérias no seu computador. cuidado!
higienic paper 3.0
nova versão do já famoso anti-trojan nacional! agora, além de eliminar e vacinar seu computador, ele monitora as portas de conexão do bo e netbus!
picture.exe
mais um "cavalo de tróia" que pode estar infectando seu computador. pegue sua vacina e certifique-se de estar livre dele!
sockets de troie
uma poderosa ferramenta de invasão, que na sua última versão, contamina outros arquivos do sistema. um híbrido entre vírus e cavalo de tróia!
atenção: os arquivos disponibilizados aqui são de responsabilidade dos seus criadores, citados nos créditos de cada página. o soul hacker não responde por qualquer dano, proposital ou não, causado ao seu computador por conseqüência da utilização dos programas acima.
<>fique ligado!
backdoor-g
mais um trojan que pode por em risco seus arquivos pessoais, disponibilizando uma porta de entrada para invasores!
netbus 2.0
o já aclamado backdoor ganha uma versão fantástica e perigosa! ficou muito mais fácil para "qualquer mané" fazer misérias no seu computador. cuidado!
higienic paper 3.0
nova versão do já famoso anti-trojan nacional! agora, além de eliminar e vacinar seu computador, ele monitora as portas de conexão do bo e netbus!
picture.exe
mais um "cavalo de tróia" que pode estar infectando seu computador. pegue sua vacina e certifique-se de estar livre dele!
sockets de troie
uma poderosa ferramenta de invasão, que na sua última versão, contamina outros arquivos do sistema. um híbrido entre vírus e cavalo de tróia!
atenção: os arquivos disponibilizados aqui são de responsabilidade dos seus criadores, citados nos créditos de cada página. o soul hacker não responde por qualquer dano, proposital ou não, causado ao seu computador por conseqüência da utilização dos programas acima.
Ataque IpSpooFing
entenda o ataque ip spoofing
< cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" border="0">
o ip spoofing ficou famoso após ter sido a atração principal do ataque à rede de tsutomu shimomura, um dos maiores especialistas de segurança dos estados unidos, quando através dele, na noite de natal de 1994, o mais famoso e procurado hacker americano, kevin mitnick, invadiu a sua rede particular e roubou alguns dos seus programas, dentre eles, um software de programação dos celulares oki, que lhe permitiria ter um controle total sobre suas ligações clandestinas e escutas de celulares.
esta história, é claro, foi desmentida por kevin, que apesar do sabido interesse no referido telefone, não demonstrava aptidão suficiente para realizar um ataque desta grandeza. apesar deste tipo de ataque ter sido teorizado há muitos anos, somente na metade desta década ele ficou mundialmente conhecido e, em 1997 já era o 4° método de invasão mais utilizado. hoje encontram-se ferramentas que automatizam esta fatigante tarefa, e tem-se conhecimento de ataques de spoofing concretizados em menos de meio minuto!
disfarce. É isto que este ataque faz. muitas comunicações entre computadores na internet se baseiam em "parceiros" confiáveis. um computador x pode manter uma comunicação com um computador y de forma que não seja necessária a constante verificação de autenticidade entre eles. o hacker, então, se disfarça, dizendo para o computador x que "ele" é o computador y. desta forma o computador x vai aceitar seus comandos tranqüilamente, enquanto ele deita e rola pelo sistema.
um pouco mais de detalhes: os pacotes ip possuem um endereço destino e um endereço origem. normalmente o endereço origem reflete a realidade, mas nada impede que um hacker e este pacote para que ele pareça ter vindo de outro lugar. só que não é tão simples assim... além de enganar o destino, neste caso o computador x, é necessário que se sobrecarregue o computador y, para que ele não responda às mensagens de x, o que faria com que y dissesse: "mas eu não te perguntei nada!", e x cancelaria a conexão.
faz-se necessária, ainda, uma "previsão" do número de seqüência mandado por x. este número é enviado por x ao originador da conexão (supostamente o y). mas y não irá responder, devido à sobrecarga explicada anteriormente. então o hacker deve prever o número de seqüência mandado por x para que seja enviado um novo pacote com estes números de seqüência, fingindo novamente ter sido enviado por y, e forjando a autenticação.
a previsão deste número de seqüência é um processo demorado e criativo. durante a negociação da conexão, os computadores trocam informações para efetuarem o "handshake" ou "aperto de mão". dentre as informações trocadas estão os números de seqüência, que devem ser repetidos para o destino, para que este se certifique da autenticidade da conexão. o que o hacker pode fazer é o seguinte: enviar, através de um pacote legítimo, com o endereço de origem verdadeiro, vários pedidos de conexão à x. este responde com um número de seqüência para que o hacker o repita e efetue a conexão, mas a máquina de origem (o hacker) não tem privilégios e não lhe interessa fechar esta conexão. então ele não responde a estes pacotes de x, apenas os guarda e verifica seu número de seqüência.
após vários pedidos de conexão com x, o hacker pode "aprender" como x gera seus números e então mandar um pedido de conexão, desta vez com o endereço de origem sendo y (o computador confiável). obviamente, o hacker não vai receber os pacotes de x com os números de seqüência, pois estes irão para o endereço de origem (computador y, que, a esta altura, precisa estar sobrecarregado para não repondê-los), mas, com base nos cálculos anteriores, o hacker prevê e manda o número de seqüência correto para o computador x, fechando a conexão.
esta conexão é unidirecional, pois todas as respostas de x serão destinadas ao computador y, e não ao computador do hacker. então o hacker age "às cegas", pois não recebe nenhum tipo de retorno de x, pelo menos enquanto configura x para aceitar conexões do seu próprio computador. ao terminar, o hacker tira o disfarce: desfaz a conexão falsa com x, e faz uma legítima, agora que x pode aceitar conexões confiáveis através do computador do hacker, com todos os privilégios possíveis e imagináveis.
há dois inconvenientes neste ataque: o trabalho de achar um padrão nos números de seqüência e a falta de retorno do computador invadido. entretanto, existe ainda uma outra categoria de spoofing, que, apesar das condições pouco comuns, é muito mais eficiente. neste tipo de ataque, um computador de pouca importância em uma rede é invadido por um método simples qualquer (infelizmente, os computadores que não guardam informações importantes geralmente são esquecidos no projeto de segurança) e, estando localizado no mesmo meio físico onde ocorre uma comunicação entre duas máquinas importantes, ele poderá "captar" todo o tráfego deste meio físico. com isso ele saberá os números de seqüência de ambos os lados, podendo interceptar este diálogo, pondo-se no lugar de um dos computadores da conexão confiável, tendo total acesso aos dados mais sigilosos.
este tipo de ataque só pode ser eficazmente prevenido através de um controle apurado de todos os computadores da rede local, que compartilham o mesmo meio físico, ou através de uma comunicação confiável baseada em aplicativos de criptografia.
< cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" border="0">
o ip spoofing ficou famoso após ter sido a atração principal do ataque à rede de tsutomu shimomura, um dos maiores especialistas de segurança dos estados unidos, quando através dele, na noite de natal de 1994, o mais famoso e procurado hacker americano, kevin mitnick, invadiu a sua rede particular e roubou alguns dos seus programas, dentre eles, um software de programação dos celulares oki, que lhe permitiria ter um controle total sobre suas ligações clandestinas e escutas de celulares.
esta história, é claro, foi desmentida por kevin, que apesar do sabido interesse no referido telefone, não demonstrava aptidão suficiente para realizar um ataque desta grandeza. apesar deste tipo de ataque ter sido teorizado há muitos anos, somente na metade desta década ele ficou mundialmente conhecido e, em 1997 já era o 4° método de invasão mais utilizado. hoje encontram-se ferramentas que automatizam esta fatigante tarefa, e tem-se conhecimento de ataques de spoofing concretizados em menos de meio minuto!
disfarce. É isto que este ataque faz. muitas comunicações entre computadores na internet se baseiam em "parceiros" confiáveis. um computador x pode manter uma comunicação com um computador y de forma que não seja necessária a constante verificação de autenticidade entre eles. o hacker, então, se disfarça, dizendo para o computador x que "ele" é o computador y. desta forma o computador x vai aceitar seus comandos tranqüilamente, enquanto ele deita e rola pelo sistema.
um pouco mais de detalhes: os pacotes ip possuem um endereço destino e um endereço origem. normalmente o endereço origem reflete a realidade, mas nada impede que um hacker e este pacote para que ele pareça ter vindo de outro lugar. só que não é tão simples assim... além de enganar o destino, neste caso o computador x, é necessário que se sobrecarregue o computador y, para que ele não responda às mensagens de x, o que faria com que y dissesse: "mas eu não te perguntei nada!", e x cancelaria a conexão.
faz-se necessária, ainda, uma "previsão" do número de seqüência mandado por x. este número é enviado por x ao originador da conexão (supostamente o y). mas y não irá responder, devido à sobrecarga explicada anteriormente. então o hacker deve prever o número de seqüência mandado por x para que seja enviado um novo pacote com estes números de seqüência, fingindo novamente ter sido enviado por y, e forjando a autenticação.
a previsão deste número de seqüência é um processo demorado e criativo. durante a negociação da conexão, os computadores trocam informações para efetuarem o "handshake" ou "aperto de mão". dentre as informações trocadas estão os números de seqüência, que devem ser repetidos para o destino, para que este se certifique da autenticidade da conexão. o que o hacker pode fazer é o seguinte: enviar, através de um pacote legítimo, com o endereço de origem verdadeiro, vários pedidos de conexão à x. este responde com um número de seqüência para que o hacker o repita e efetue a conexão, mas a máquina de origem (o hacker) não tem privilégios e não lhe interessa fechar esta conexão. então ele não responde a estes pacotes de x, apenas os guarda e verifica seu número de seqüência.
após vários pedidos de conexão com x, o hacker pode "aprender" como x gera seus números e então mandar um pedido de conexão, desta vez com o endereço de origem sendo y (o computador confiável). obviamente, o hacker não vai receber os pacotes de x com os números de seqüência, pois estes irão para o endereço de origem (computador y, que, a esta altura, precisa estar sobrecarregado para não repondê-los), mas, com base nos cálculos anteriores, o hacker prevê e manda o número de seqüência correto para o computador x, fechando a conexão.
esta conexão é unidirecional, pois todas as respostas de x serão destinadas ao computador y, e não ao computador do hacker. então o hacker age "às cegas", pois não recebe nenhum tipo de retorno de x, pelo menos enquanto configura x para aceitar conexões do seu próprio computador. ao terminar, o hacker tira o disfarce: desfaz a conexão falsa com x, e faz uma legítima, agora que x pode aceitar conexões confiáveis através do computador do hacker, com todos os privilégios possíveis e imagináveis.
há dois inconvenientes neste ataque: o trabalho de achar um padrão nos números de seqüência e a falta de retorno do computador invadido. entretanto, existe ainda uma outra categoria de spoofing, que, apesar das condições pouco comuns, é muito mais eficiente. neste tipo de ataque, um computador de pouca importância em uma rede é invadido por um método simples qualquer (infelizmente, os computadores que não guardam informações importantes geralmente são esquecidos no projeto de segurança) e, estando localizado no mesmo meio físico onde ocorre uma comunicação entre duas máquinas importantes, ele poderá "captar" todo o tráfego deste meio físico. com isso ele saberá os números de seqüência de ambos os lados, podendo interceptar este diálogo, pondo-se no lugar de um dos computadores da conexão confiável, tendo total acesso aos dados mais sigilosos.
este tipo de ataque só pode ser eficazmente prevenido através de um controle apurado de todos os computadores da rede local, que compartilham o mesmo meio físico, ou através de uma comunicação confiável baseada em aplicativos de criptografia.
Tipos de Ameaças...
o simples fato de estar conectado à internet implica em uma série de possibilidades de atentado à sua segurança. entre as principais ameaças estão:
redes corporativas: disponibilizar serviços internet em uma rede corporativa pode abrir diversos furos de segurança, permitindo que recursos ou informações da empresa sejam acessados de forma indevida por estranhos.
servidores: a ameaça de ação nas informações de servidores pode ser mortalmente prejudicial para uma empresa. por exemplo, a modificação da especificação de algum produto em um servidor da web pode fazer com que inúmeros negócios sejam perdidos.
transmissão: Às vezes pode não ser necessário uma invasão de servidores ou redes. É possível violar a transmissão da informação pela internet, interceptando-se mensagens, arquivos, senhas etc.
interrompimento: um serviço pode ser atacado de uma maneira menos sutil, mas nem por isso menos perigosa. pode-se, simplesmente, fazer com que o serviço "caia", deixe de funcionar, e que todos os seus usuários legítimos fiquem inacessíveis.
negação: em transações pela internet, ainda temos um outro problema a solucionar. negar a participação em uma negociação digital também pode ser considerada um ataque ao seu correto funcionamento.
redes corporativas: disponibilizar serviços internet em uma rede corporativa pode abrir diversos furos de segurança, permitindo que recursos ou informações da empresa sejam acessados de forma indevida por estranhos.
servidores: a ameaça de ação nas informações de servidores pode ser mortalmente prejudicial para uma empresa. por exemplo, a modificação da especificação de algum produto em um servidor da web pode fazer com que inúmeros negócios sejam perdidos.
transmissão: Às vezes pode não ser necessário uma invasão de servidores ou redes. É possível violar a transmissão da informação pela internet, interceptando-se mensagens, arquivos, senhas etc.
interrompimento: um serviço pode ser atacado de uma maneira menos sutil, mas nem por isso menos perigosa. pode-se, simplesmente, fazer com que o serviço "caia", deixe de funcionar, e que todos os seus usuários legítimos fiquem inacessíveis.
negação: em transações pela internet, ainda temos um outro problema a solucionar. negar a participação em uma negociação digital também pode ser considerada um ataque ao seu correto funcionamento.
Lista de NUKES
denial of services e nukes
nukes e denial of services são táticas que exploram falhas lógicas em programas e protocolos de comunicação (algumas vezes conceituais) que, na maioria das vezes causam problemas no seu funcionamento. a lista abaixo contém os mais famosos nukes da internet. os mais recentes aparecem em primeiro, e os mais antigos, mas nem por isso menos importantes, estão no final.
--------------------------------------------------------------------------------
< cellspacing="0" cellpadding="7" width="100%" border="0">
smb
família:
server message block (smb)
vítima(s):
windows nt
efeito:
sistema trava ou reinicializa
mais sobre:
microsoft help page bonk
família:
boink, newtear, tear 2
vítima(s):
windows 95, windows nt
efeito:
tela azul de erro; travamento
mais sobre:
microsoft bulletin
land
vítima(s):
windows 95, nt, 3.11, outros
efeito:
travamento total
mais sobre:
wired news tear
família:
tear, tcp/ip fragment bug
vítima(s):
windows 95, nt, 3.11
efeito:
reboot; travamento
mais sobre:
windows central.
click
família:
icmp nuke, icmp unreachable
vítima(s):
conexões irc
efeito:
conection reset by peer
mais sobre:
ver abaixo * ssping
família:
jolt, sping, ping od death
vítima(s):
windows 95, nt e outros
efeito:
travamento
mais sobre:
windows central ; windows95.com
winnuke
família:
oob (out of band) bug
vítima(s):
windows 95, nt, 3.11
efeito:
tela azul de erro; travamento
mais sobre:
windows central; windows95.com icmp flood
família:
ping flood
vítima(s):
qualquer conexão
efeito:
sobrecarga; desconexão
mais sobre:
ver abaixo **
smurf
vítima(s):
provedores e servidores
efeito:
sobrecarga no sistema inteiro;
desconexão em massa; lentidão
mais sobre:
windows central ; craig huegen
* - possível escapada para o click:
digite /motd e veja quais as portas do servidor. não utilize as portas mais comuns (6667, p.ex.) experimente com outros servidores da rede. os que possuem filtros aliviarão o problema. ** - os problemas do icmp flood:
não existe solução no momento para este problema, pois este ataque explora a baixa capacidade dos nossos modens. somente um firewall instalado no seu provedor poderá impedir este ataque. (firewalls pessoais não protegerão você dos problemas do icmp flood)
nukes e denial of services são táticas que exploram falhas lógicas em programas e protocolos de comunicação (algumas vezes conceituais) que, na maioria das vezes causam problemas no seu funcionamento. a lista abaixo contém os mais famosos nukes da internet. os mais recentes aparecem em primeiro, e os mais antigos, mas nem por isso menos importantes, estão no final.
--------------------------------------------------------------------------------
< cellspacing="0" cellpadding="7" width="100%" border="0">
smb
família:
server message block (smb)
vítima(s):
windows nt
efeito:
sistema trava ou reinicializa
mais sobre:
microsoft help page bonk
família:
boink, newtear, tear 2
vítima(s):
windows 95, windows nt
efeito:
tela azul de erro; travamento
mais sobre:
microsoft bulletin
land
vítima(s):
windows 95, nt, 3.11, outros
efeito:
travamento total
mais sobre:
wired news tear
família:
tear, tcp/ip fragment bug
vítima(s):
windows 95, nt, 3.11
efeito:
reboot; travamento
mais sobre:
windows central.
click
família:
icmp nuke, icmp unreachable
vítima(s):
conexões irc
efeito:
conection reset by peer
mais sobre:
ver abaixo * ssping
família:
jolt, sping, ping od death
vítima(s):
windows 95, nt e outros
efeito:
travamento
mais sobre:
windows central ; windows95.com
winnuke
família:
oob (out of band) bug
vítima(s):
windows 95, nt, 3.11
efeito:
tela azul de erro; travamento
mais sobre:
windows central; windows95.com icmp flood
família:
ping flood
vítima(s):
qualquer conexão
efeito:
sobrecarga; desconexão
mais sobre:
ver abaixo **
smurf
vítima(s):
provedores e servidores
efeito:
sobrecarga no sistema inteiro;
desconexão em massa; lentidão
mais sobre:
windows central ; craig huegen
* - possível escapada para o click:
digite /motd e veja quais as portas do servidor. não utilize as portas mais comuns (6667, p.ex.) experimente com outros servidores da rede. os que possuem filtros aliviarão o problema. ** - os problemas do icmp flood:
não existe solução no momento para este problema, pois este ataque explora a baixa capacidade dos nossos modens. somente um firewall instalado no seu provedor poderá impedir este ataque. (firewalls pessoais não protegerão você dos problemas do icmp flood)
Assinar:
Postagens (Atom)